Há décadas que as moléculas chamadas espécies reactivas de oxigénio (radicais livres) são consideradas as vilãs do cérebro, responsáveis por mecanismos associados ao envelhecimento, neurodegeneração e danos causados por acidentes vasculares cerebrais ou traumatismos. Agora, um novo estudo em mosca-da-fruta sugere que, na dose certa e na forma certa, uma breve libertação dessas moléculas instáveis e reactivas, produzidas pelas células gliais, o tecido de suporte do cérebro, pode realmente ajudar na reparação cerebral.